Oito momentos, na ordem em que eles acontecem. Nenhum deles pede outra ferramenta, outra planilha ou outro endereço para o cliente.
O pedido chega preenchido, o card anda quando o fato acontece e a próxima ação aparece com prazo. O tempo que ia para lembrar, anotar e mover de coluna volta para o atendimento.
O pedido feito no seu link público já chega com destino, período, quantas pessoas, as idades das crianças e o orçamento pretendido. Um clique transforma em cliente e proposta, sem redigitar nada.
O card atravessa o funil quando um fato acontece: a proposta é enviada, o cliente abre, sinaliza interesse, pede ajuste, a venda fecha, o pagamento entra. Você não arrasta nada para registrar o que já aconteceu.
Proposta enviada e não aberta, aberta e sem resposta, validade vencendo, pagamento a confirmar, check-in, retorno da viagem. Cada situação vira uma tarefa com prazo, e some quando perde o motivo.
E ela nunca anda para trás: a automação move o card sempre adiante, uma vez por regra, e para diante de uma pendência em vez de passar por cima dela. Quem manda é você.
Do primeiro contato ao retorno da viagem, com o que é seu e o que é do sistema em cada momento.
O que vem pelo link público entra sozinho na fila de pré-atendimento, com destino, período, quantas pessoas e o orçamento pretendido. O que vem por telefone ou pelo balcão você registra em dois campos.
Importe a cotação que o fornecedor mandou, em PDF, print, imagem ou texto, e revise item a item. Ou monte pelo catálogo da agência, que já guarda hotéis, passeios, transportes e destinos com foto e descrição. As duas coisas convivem na mesma proposta.
Cada serviço com preço guarda o custo do fornecedor, e é dele que saem a margem bruta da venda e a comissão do consultor. Campo vazio não vale zero: a venda fica marcada como pendente até alguém responder.
Um endereço com a sua marca, que abre no celular dele. Mudou o hotel ou o preço? Você edita, e ele vê a versão nova no mesmo endereço, sem “desconsidere o anterior”.
Quem abriu, quando, quantas vezes voltou e por quanto tempo ficou lendo. Se ele sinalizar interesse ou pedir um ajuste, o recado chega com a mensagem dele, por e-mail e na própria proposta.
Enviou e ninguém abriu, abriu e não respondeu, validade vencendo, negociação parada: cada situação vira uma tarefa com prazo. Quem escreve o título, o prazo e o responsável de cada uma é a sua agência.
Fechou: a opção escolhida vira a vigente, o percentual de comissão fica registrado com a venda e o card atravessa para o quadro da viagem. Não fechou: a perda guarda o motivo, a justificativa escrita e a etapa em que ela aconteceu.
Pagamento, emissão, pré-viagem, em viagem e pós-viagem. O mesmo endereço que era proposta passa a mostrar o roteiro confirmado e os documentos que você liberar, e o resultado daquela venda entra nos painéis.
Capturas reais do sistema, sem montagem.
A leitura mostra a conta que fez para chegar em cada valor, o que leu na cotação e o que ficou em dúvida.
Ver o recurso por inteiro
O roteiro na ordem em que acontece, com fotos e ficha de cada serviço. As alternativas recalculam o total na hora.
Abrir uma proposta de exemplo
Quem abriu, quando e por quanto tempo leu, e o que precisa de você hoje, na mesma tela em que você monta.
Ver o CRMA inteligência artificial prepara a estrutura. Quem decide é o consultor. Ela lê a cotação, monta um rascunho e marca o que ficou em dúvida. Nada entra na proposta antes da sua confirmação.
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